O filme que constata, e não o filme que promete.
Seis posições em campo de uma cor só: o cartaz que diz a tese, o corpo que dá escala ao muro, o papel em macro, o impresso aberto, as mãos que seguram e o fichário isolado.
O impresso aqui é prova de que o arquivo fecha, e nunca serviço de gráfica — a entrega do estúdio é digital, sem exceção.




A frase que abre a campanha não foi escrita para vender: ela já era a conclusão do Estudo 05, sobre a cal que descasca no Ribeirão da Ilha. A publicidade da casa não inventa a tese — ela imprime a que a prova já sustentava.
A constante declarada é o escarlate impresso. Muda o suporte, muda a hora, muda a luz; a matéria é a mesma nos cinco quadros. Sem constante escrita antes do primeiro prompt não há sequência, só catálogo de ângulos.
O estúdio entrega roteiro, montagem e direção — o arquivo. Impressão, colagem e captação estão fora do escopo, e isso vai dito na proposta, nunca descoberto depois.
Esta é a única das seis frentes sem Estudo publicado. Está dito.