Você paga por escopo, nunca por passo. Isto aqui explica como o trabalho anda, não como ele é cobrado.
O que o lugar, o mercado e o público já dizem. É aqui que a resposta pode ser não, e às vezes é.
A ideia ganha uma palavra, e a palavra ganha uma razão. Sem nome, não há o que provar.
Imagem, texto, projeto, campanha. A prova é o que faz o nome parar de ser opinião.
O que sobra quando a campanha acaba: o sistema, o manual, o critério. E isso devolve ao passo um.
Fora isso, o trabalho anda sem você — e você recebe por marco, com data. Reunião de acompanhamento não entra no preço porque não entra no método.